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quarta-feira, 14 de julho de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Cabral fala com Dilma e cobra exclusividade no Rio
RIO (Reuters) - O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), aproveitou a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, na Marquês de Sapucaí, no domingo, para pedir apoio exclusivo da pré-candidata do PT à sucessão presidencial para o governdo do Rio em 2010.
Um encontro recente no Rio entre Dilma e o ex-governador Anthony Garotinho, que deve concorrer à sucessão estadual pelo PR este ano, deixou Cabral em estado de alerta
O governador começou a trabalhar nos bastidores para minar a aproximação entre Dilma e Garotinho, que assim como Cabral, é de um partido da base governista
Garotinho ofereceu palanque a Dilma na corrida estadual em troca de apoio regional.
"Batemos papo e falamos sobre política para avaliar o quadro eleitoral", afirmou.
"Disse para ela o que eu penso. Acho que quando você tem dois palanques de oposição pode dar problema. Quando são dois de situação é difirente. Aqui essa equação não fecha", disse. "É como ir no mesmo dia num palanque de oposição e no de situação. Vai acabar perdendo voto até da minha mulher", disse Cabral.
Ele e Garotinho lutaram durante anos pelo comando do PMDB regional, e a ala do governador saiu vencedora forçando a saída de Garotinho e sua família para o PR.
Dilma esteve no Rio no primeiro dia de desfiles do Grupo Especial, no domingo, e viu as escolas de samba do camarote do governo estadual, ao lado de Cabral e da cantora Madonna.
O governador de São Paulo, José Serra, provável candidato à Presidência pelo PSDB, foi convivado para assistir o segundo dia de desfiles no Rio, mas não apareceu. "Ele é meu amigo pessoal e gosto dele. De última hora ele teve algum problema e jamais faria uma desfeita com ele", declarou Cabral ao ser questionado se a presença do tucano poderia ser mal interpretada pelo Palácio do Planalto.
"Tenho maior carinho por ele, mas ele sabe que minha candidata é a Dilma", finalizou.
(Por Rodrigo Viga Gaier)
sábado, 28 de novembro de 2009
Pesquisa para eleição para Governador do Rio de Janeiro em 2010 e o Imbroglio Eleitoral
Depois da pesquisa há o texto de Cesar Maia, divulgado hoje em seu ex-blog: Imbróglio Eleitoral no Estado do Rio.
Voto para Governador:
1o Cenário:
Sergio Cabral (PMDB) – 33%
Garotinho (PR) – 21%
Cesar Maia (DEM) – 12%
Lindberg Farias (PT) -10%
2o Cenário (Gabeira invez de Cesar Maia)^
Sergio Cabral (PMDB) – 32%
Garotinho (PR) – 21%
Gabeir (PV) – 18%
Lindberg Farias (PT) -8%
IMBRÓGLIO ELEITORAL NO ESTADO DO RIO!
1. O quadro eleitoral no Estado do Rio caminha para uma eleição em que quem chegar aos 25% dos votos irá para o segundo turno. Cabral, com um noticiário convergente, com comícios periódicos de Lula e todos os recursos que precisa, empacou no entorno dos 30%. Esse, claramente, é seu teto. Quando a pré-campanha esquentar, ano que vem, as demais forças políticas terão espaços crescentes e o quadro deverá afunilar mais. Ou seja, ninguém pode afirmar que esse ou aquele candidato estará no segundo turno.
2. Garotinho cresceu em qualquer pesquisa que se faça, estando quase no empate técnico com Cabral no Interior e Baixada Fluminense. Coloca-se como adversário contundente de Cabral. Para isso basta ler seu blog (http://www.blogdogarotinho.com.br/). Diz que tem armas poderosas contra Cabral. O problema é que boa parte dessas armas atingem indistintamente os dois governos do PMDB, o atual e o anterior. Afirma que é candidato a pedido de Dilma, para armar outro palanque, pois o palanque de Cabral seria insuficiente. Bem, se o PR do ministro de transportes o lançou, parece que é verdade.
3. Lindbergh cada dia é mais candidato. Usar de forma isolada o número 13 dará ao PT mais deputados que numa campanha de apoio a Cabral, onde o número 15 só favorecerá os deputados do PMDB. Por outro lado, se o recuo dele significar um acordo com Cabral, será ele o candidato ao senado. Benedita não terá legenda. Nesse caso, como votarão -discretamente- os delegados de Benedita na convenção? Lindbergh terá que se desincompatibilizar em abril: é acordo de campanha. Como sempre fez suas campanhas com grande energia e competência, uma vez sendo candidato, em pouco tempo estará sinalizando suas possibilidades de ir a um segundo turno.
4. A entrada de Marina Silva terminou servindo de pretexto para um processo com o qual Cabral sonhava. Gabeira vence, e na campanha muito mais, nas pesquisas no Rio-Capital e Niterói, e com isso sua probabilidade de bater os 25% é enorme. Afinal, Denise Frossard foi para o segundo turno com 22% contra um Cabral muito mais forte com 37%. A confusão, ou pretexto, a partir do nome de Marina, tem colocado em suspenso a coligação ampla com PV, PPS, PSDB e DEM. Com isso, a decisão estará sendo deslocada para depois da semana santa. Nada disso ajuda a campanha presidencial do PSDB no Estado do Rio. Afinal, a diferença de Serra para Ciro não é tão grande aqui.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Garotinho sai do PMDB e promete apoiar candidatura de Dilma à Presidência
da Folha Online, em Brasília
O ex-governador do Rio Anthony Garotinho (RJ) prometeu nesta quarta-feira apoio à candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à Presidência da República em 2010. Depois de formalizar o pedido de desfiliação do PMDB, Garotinho disse que pretende apoiar a ministra porque Dilma foi militante do PDT na época em que os dois estavam na legenda. "Dilma é minha amiga, foi militante do PDT comigo', afirmou.
Garotinho não descartou lançar-se candidato ao governo do Rio pelo PR, seu novo partido, e adiantou que não pretende subir no mesmo palanque do atual governador do Estado, Sérgio Cabral (PMDB). "Acho muito difícil subir com ele no palanque, talvez seja melhor termos dois palanques", afirmou.
Sobre a sua candidatura, Garotinho disse que vai decidir até setembro se disputará o governo do Rio. "O atual governador destruiu os projetos sociais que implantamos e não há nenhum empreendimento importante no Estado do Rio levado por ele. O atual governador foi um bom deputado, mas não tem vocação para o Executivo, faz uma gestão muito precária", criticou.
Garotinho visitou nesta quarta-feira o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), presidente licenciado do PMDB. Em seguida, o ex-governador entregou sua carta de desfiliação do PMDB à presidente em exercício do partido, Íris Resende (GO).
Apesar de deixar a legenda, sua mulher, Rosinha Garotinho, e sua filha, vereadora Clarissa Garotinho, permanecem no partido.
Carta
Na carta de desfiliação, Garotinho afirma que foi um "soldado" do PMDB ao ingressar na legenda. O ex-governador afirma que montou um programa de governo para o Brasil na época em que se ofereceu para disputar a presidência da República pelo partido. Garotinho dispara críticas ao governador Sérgio Cabral (PMDB) que, na sua opinião, "fez o PMDB se desviar do caminho".
"Hoje, o partido está dividido, e esta divisão está muito clara para as pessoas. O PMDB está rachado em dois. Um é o PMDB que ajudei a construir, que derrubou o muro invisível que separava a capital do interior e implantou um jeito novo de governar. Outro é o PMDB que coloca muros em torno das favelas como se fossem campos de concentração", afirmou.
Garotinho disse que o PMDB de Cabral "destruiu" o Estado, por esse motivo decidiu deixar a legenda. "Não posso concordar com os rumos que o PMDB está tomando no Estado do Rio de Janeiro. Não quero compactuar com o retrocesso que nosso Estado está vivendo, com a descontinuidade de um programa de governo que tinha como foco desenvolver e distribuir. Um governo do cidadão. O Estado do Rio não pode continuar assim. O Estado do Rio merece mais."
segunda-feira, 9 de março de 2009
Garotinho admite disputar o governo do Rio mas nega candidatura pelo PSDB
Atualizado às 18h18.
O ex-governador e presidente do PMDB do Rio de Janeiro Anthony Garotinho admitiu nesta segunda-feira a possibilidade de voltar a disputar o governo do Estado, mas negou uma candidatura pelo PSDB.
Em nota postada em seu blog, Garotinho reagiu à reportagem publicada no último sábado no "Jornal do Brasil" sobre uma reunião com líderes do PSDB na casa do ex-governador Marcello Alencar (PSDB) para discutir a sucessão no Estado. A reportagem informa que não seria surpresa se em breve fosse anunciada a candidatura de Garotinho pelo PSDB.
"Só quero esclarecer que não participei dessa reunião e estou tomando conhecimento pelo 'Jornal do Brasil'. Nem sei se de fato tudo isso corresponde à verdade", diz o ex-governador no blog.
Garotinho disse que já conversa com líder políticos "de várias tendências" para decidir o rumo que irá tomar nas próximas eleições.
"É natural que em função disso [as conversas] aconteçam especulações, afinal já fui governador do Estado, minha mulher, Rosinha, foi eleita no primeiro turno [para a Prefeitura de Campos], tive 15 milhões de votos para presidente e ajudei a eleger o governador Sérgio Cabral [PMDB]", afirma Garotinho, ao ressaltar que a possibilidade de ser novamente candidato a governador vem sendo "amplamente discutida".
Por meio de sua assessoria, o PSDB confirmou que foi realizada uma reunião na casa de Marcello Alencar durante o Carnaval mas que a pauta era a manutenção da aliança no Estado com o PV, PPS e DEM. O deputado Fernando Gabeira (PV) também participou do encontro.
"Nossa aliança no Rio de Janeiro é com as forças com as quais disputamos as últimas eleições --PV, PPS e DEM-- e obtivemos quase 50% dos votos na cidade do Rio de Janeiro. Essa é a posição que o partido no Rio defende e eu sustento", afirmou o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE).
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Paes nega loteamento de cargos
O prefeito eleito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), negou que esteja loteando seu secretariado entre os mais de dez partidos que apoiaram a sua eleição no segundo turno. Apesar das pressões dos aliados, que têm se movimentado para conquistar espaço no futuro governo e têm feito reuniões para indicar até três nomes para o primeiro escalão, Paes disse que controla pessoalmente a indicação de seus futuros auxiliares. Até agora, ele só indicou os futuros secretários de Saúde e da Casa Civil.
"Todas as nomeações de secretários serão da minha inteira responsabilidade. Ninguém coloca a faca no meu pescoço, ninguém me obriga a nada", disse Paes, recusando influência do governador Sérgio Cabral e de correligionários. "É claro que escuto os membros do meu partido", ressaltou Paes, que visitou ontem a Câmara Municipal do Rio para pedir aos vereadores que paralisem as votações de projetos do prefeito Cesar Maia (DEM) até que a sua equipe de transição possa avaliá-los e possa sugerir mudanças. Ele pediu a mesma coisa sobre a tramitação da proposta orçamentária da cidade para 2009.
A bancada do DEM de Maia informou que acatará o pedido de Paes, mas informou que não pretende paralisar a tramitação das mensagens enviadas por Maia nos últimos meses concedendo gratificações e benefícios para servidores, que resultarão em aumento de despesas para o futuro prefeito. Para vereadores peemedebistas, é uma tentativa de Maia de jogar os servidores contra Paes. "Prefiro acreditar que não seja isso. Vamos negociar para que não sejam levados a plenário. Até porque, acho que serão derrotados", disse o vereador Jorge Felippe (PMDB), cotado para presidente a Câmara em 2009.
Vereadores do DEM, como Sílvia Pontes e Leila do Flamengo receberam Paes, desafeto de Maia, com entusiasmo na entrada da Câmara. O prefeito eleito se reuniu a portas fechadas com o presidente da Casa, Aloísio Freitas (DEM) e cerca de outros 30 parlamentares. Também participaram da reunião vereadores eleitos como Clarissa Garotinho (PMDB), filha do ex-governador Anthony Garotinho (que faz oposição a Paes no partido), e Carminha Jerominho (PT do B), que passou a maior parte da campanha na prisão acusada de ligação com a milícia supostamente liderada por seu pai, o vereador Jerominho (PMDB).
sábado, 27 de setembro de 2008
Crescimento de Fernando Gabeira embaralha disputa no Rio

Thyago Mathias
Especial para o UOL
Do Rio de Janeiro
Datafolha e Ibope divulgaram novas pesquisas sobre as intenções de voto para a Prefeitura do Rio, neste sábado (27), que embolaram a disputa no município. Embora haja diferenças entre os resultados, os dois institutos apontaram um crescimento de 4% para Fernando Gabeira (PV), que ultrapassou Jandira Feghali (PC do B).
Segundo os institutos, a disparidade em alguns números atribui-se a diferenças metodológicas. O Datafolha faz pesquisa em pontos de grande movimento, nas ruas, enquanto o Ibope realiza um levantamento domiciliar.
* Reprodução
Datafolha: Eduardo Paes continua líder; Gabeira ultrapassa Jandira
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Veja no infográfico
Nos números do Datafolha, Eduardo Paes (PMDB) cresceu três pontos em relação à pesquisa anterior, de 19 de setembro, e obteve 29%. Marcelo Crivella (PRB) manteve-se estável com 18% e aparece tecnicamente empatado com Gabeira, que foi mencionado por 15% dos entrevistados, e com Jandira Feghali, que marcou os mesmos 13%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Alessandro Molon (PT) inverteu a posição com Solange Amaral (DEM), ganhou um ponto e foi para 5%. A democrata caiu de 5% para 4%. Chico Alencar (PSOL) obteve os mesmos 3%.
Paulo Ramos (PDT) e Filipe Pereira (PTdoB) foram citados por 1% dos entrevistados, cada um. Os demais candidatos não alcançaram um ponto percentual ou não foram citados. Os votos brancos e nulos somaram 7% e 5% dos entrevistados não responderam ou disseram que não sabiam em quem votar.
Nas simulações de segundo turno, Paes venceria de Crivella, com 57% a 30%, e de Jandira, com 48% a 41%. A comunista também venceria o candidato do PRB com 52% a 34%.
A pesquisa, encomendada pelo jornal "Folha de S. Paulo" e pela Rede Globo, foi realizada entre os dias 25 e 26 de setembro, com 1.184 eleitores, e foi registrada no Tribunal regional Eleitoral do Rio sob o número 35/2008.
Ibope
Já nos resultados do Ibope, Eduardo Paes (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB) aparecem em empate técnico, com 29% e 24%, respectivamente. Paes aumentou dois pontos e o candidato do PRB, um ponto, em relação à pesquisa do dia 12 de setembro. A margem de erro também é de três pontos percentuais.
O instituto também registrou crescimento de quatro pontos para Fernando Gabeira, que alcançou 10% e ultrapassou, pela primeira vez, Jandira Feghali, que ficou estável com 9%.
* Reprodução
Ibope: Paes e Crivella empatados; Gabeira e Jandira também
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Veja no infográfico
Solange Amaral e Alessandro Molon perderam dois pontos cada um e obtiveram 3% e 2% das preferências, respectivamente. Chico Alencar subiu de 1% para 2%.
Paulo Ramos atingiu o mesmo índice de 1%. Outros candidatos não alcançaram esse número ou não foram citados. As intenções de voto em branco ou nulo são de 9%. Não responderam ou disseram que não sabiam em quem votar 10% dos entrevistados.
No segundo turno, de acordo com o Ibope, Paes venceria de Crivella, com 44% a 29%. O peemedebista também derrotaria Jandira e Gabeira, por 45% a 23% e 49% a 17%.
A pesquisa Ibope foi realizada entre os dias 23 e 25 deste mês e entrevistou 1.204 eleitores na capital fluminense. O resultado foi registrado sob o número 38/08 na 228ª Zona Eleitoral do Rio.
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